quinta-feira, 7 de setembro de 2017


O municipio de Marapanim, Estado do Pará foi instalado em 01/01/1939, possui uma área de 795,987 km2, com uma população estimada de 27.262 habitantes, de acordo com IBGE 2014, com uma densidade demográfica de , aproximadamente, 33,42 habitantes/km2,  e Indice de Desenvolvimento Humano de 0,602, em 2010. educação do campo tem conquistado lugar na agenda política nas instâncias municipal, estadual e federal nos últimos anos em inúmeras regiões do Brasil e algumas experiencias no Estado do Pará. Fruto das demandas dos movimentos e organizações sociais dos trabalhadores rurais, a educação do campo expressa uma nova concepção quanto ao campo, o trabalhador rural, fortalecendo o caráter de classe nas lutas em torno da educação. A concepção de educação do campo valoriza os conhecimentos da prática social dos camponeses e enfatiza o campo como lugar de trabalho, moradia, lazer, sociabilidade, identidade, enfim, como lugar da construção de novas possibilidades de reprodução social e de desenvolvimento sustentável.
Também, as experiências do tipo parcerias, entre movimentos sociais, governos e universidades, vêm sendo desenvolvidas no Brasil objetivando a formação de professores. Aproximadamente 28 projetos educativos de nível superior para assentados da reforma agrária estão em desenvolvimento no país, sendo 20 deles cursos de Pedagogia da Terra. Em 2008, sete cursos de licenciatura em educação do campo estavam em fase de aprovação no Ministério de Educação.
A região da água doce de Marapanim, Estado do Pará, já foi caracterizada de grande produção pela agricultura familiar nas culturas da melancia, mandioca, milho etc.... Hoje se observa o declínio dessa prática

sexta-feira, 29 de maio de 2015

           
No Brasil, a lei "uma criança, uma árvore", que incentiva o plantio de uma árvore para cada bebê recém-nascido  se tornou lei obrigatória em muitas cidades brasileiras. O Município de  São José do Rio Preto, em São Paulo, foi um dos primeiros a sancionar a lei. Desde 2003, oferece uma muda de árvores nativas da região, cada um dos pais no momento do registo da criança, embora não todas plantadas. Em Itaperuna, Rio De Janeiro, a operação é mais eficiente. Lançado em janeiro de 2015, o programa prevê o plantio e pode ser realizado pela  Secretaria do Meio Ambiente, através de consentimento dos pais. Da mesma forma, é necessário que os responsáveis ​​pela criança mostrem interesse em participar e  assinar um acordo de adesão para a apresentação de documentos que comprovem o nascimento. Em Penápolis, em São Paulo, durante os primeiros cinco anos do projeto eles já haviam sido plantadas 1.500 novas árvores Algumas das cidades com o projeto "uma criança, uma árvore" são: Passos (magnésio) são Caetano do Sul ( SP) Sorocaba (SP), Diamantina (MG), Tramandaí (RS), Guarapari (VOCÊ), Ituverava (SP), Clevelândia (Banda), entre outros. VAMOS COPIAR ESSA IDÉIA????. fonte Cilco vivo - Floresta VIVA.

domingo, 8 de março de 2015

Mesmo após 26 anos de sua publicação o livro “Polemicas de nosso Tempo”, de Pedro Demo (1988) parece atual, pois traz uma interessante reflexão sobre a questão da “Pobreza Política” onde assiná-la que se ela fosse colocada em discussão, soaria estranho para muitos, porque somente se reconhece nela o eco material. Pobre é aquele que passa fome?. É quem habita mal ou não tem onde morar?. É quem não tem emprego ou recebe remuneração abaixo dos limites da sobrevivência?. Não estamos habituados a considerar como pobre a pessoa privada de sua cidadania, ou seja, que vive em estado de manipulação, ou destituída de consciência de sua opressão, ou coibida de se organizar em defesa de seus direitos.É esse estado de manipulação que nos impede de crescer, evoluir, progredir?.O “Assistencialismo” é um instrumento (Programa de governo?) que vem sendo utilizado ao longo do tempo para amenizar a insegurança de uma parcela importante da sociedade, ou seja, alguns milhões de brasileiros, visando melhorar o nível de renda de muitas famílias, que talvez ainda não consigam, em curto prazo, encontrar uma remuneração suficiente para assegurar a sua sobrevivência, ter um emprego decente. O sistema Assistencialista ainda é necessário?. Haja vista, os cenários de contrastes das regiões que compõe o nosso Brasil, penso que sim. A questão é até quando seremos assistencialistas?Se quisermos nos transformar numa sociedade sustentável, onde haja seja possível uma vida socialmente justa e economicamente viável e a ecologia seja corretamente respeitada, há que se vencer o “assistencialismo” e desenvolver o “empoderamento” por parte das comunidades que a compõe e que a tornarão mais fortalecida para discutir, planejar e trabalhar o seu futuro.É um processo pelo qual as pessoas, as organizações, as comunidades tomam o controle de seus próprios assuntos e demandas, de sua própria vida e tomam a competência para produzir, criar e gerir seus destinos. A experiência tem demonstrado que quando um projeto é imposto à sociedade, não existe por parte desta, a apropriação devida que pode assegurar o sucesso do empreendimento. É preciso sim preparar as comunidades para a busca desse sucesso.Num caso hipotético, por exemplo, um projeto, envolvendo diversas comunidades, para a produção de farinha através de uma “Casa de Farinha” somente logrará êxito se as comunidades envolvidas estiverem preparadas, sintonizadas na condução do empreendimento. O mercado, cada vez mais exigente, sempre demandará em relação ao produto: “Compro toda a produção, mas, tem que ter essa qualidade!!!”. A questão importante é estamos preparados para atender esse mercado?. Através do Empoderamento trabalhado nessas comunidades poderá ser possível o sucesso desse emprendimento.Essa competência somente pode ser alcançada onde houver o “conhecimento, a habilidade e sobretudo a atitude”, por parte dos cidadãos que compõe essa comunidade. O Brasil será grandioso se os municípios se tornarem fortes. O ponto de partida tem que ser o estabelecimento de uma visão de futuro de cada comunidade e de numa visão territorial de cada região que compõe um espaço geográfico, ou seja, “como se vêem (futuro) num intervalo de tempo previamente definido?”Quaisquer atividades coletivas, além da satisfação pessoal de seus praticantes, fomentarão o sentimento e o orgulho de “pertencer”; fortalecerão a solidariedade e o espírito do “nós queremos mudar!!!!”,

Um grande abraço.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012


AVE! ZARAH TRINDADE, VOCÊ É MUITO ESPECIAL!!!


Especialmente, ao Coral da Escola Zarah Trindade de Marapanim/Pa, que participa do Projeto " Música e Inclusão, Diversidade que  Canta e Encanta" . Parabéns pela excelente abertura do evento promovido pela Universidade Federal Rural da Amazônia - UFRA em parceria com a CESUPA, IFPA, UFPA e UEPA, que realizou, em Belém, nos dias 28 e 29 de novembro o "I Seminário Amazônico de acessibilidade, Inclusão e Tecnologia - SAIT" que teve como tema " Estudos e Práticas Multidisciplinares para a Promoção da Inclusão da Pessoa com Deficiência. 


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Saneamento básico e Qualidade de vida: a contribuição da educação ambiental


Os processos de urbanização e de industrialização, entre outros, têm produzido, comumente, efeitos muitas vezes traumáticos, na biosfera. É comum, hoje, a contaminação de rios e córregos, a poluição da atmosférica, a devastação de florestas, a caça indiscriminada e a destruição de habitats faunísticos, e muitas outras agressões ao ambiente. Além do meio, porém, o homem tem sofrido com a destruição contínua da natureza, tendo seu patrimônio cultural, sua saúde e seu bem-estar geral constantemente afetado negativamente e, em alguns casos, de forma irremediável.